![]() |
| Foto: Ezra Shaw, Getty Images |
Bom dia amigos que nos seguem.
Se vocês acompanham NBA, provavelmente presenciaram mais uma atuação espetacular do atual MVP da liga. Sim, parece redundância mas Curry não se cansa de nos agraciar com um aproveitamento dos 3 pontos sublime, ontem o garoto de Charlotte converteu 12 bolas de 3 pontos e produziu para um total de 46 pontos na partida ajudando Golden State a bater o forte concorrente do "Oeste Selvagem" Oklahoma City Thunder em plena Chesapeake Energy Arena na prorrogação por 121-118, assim continuam na busca do record de vitórias seguidas na temporada regular (72-10 dos Bulls na temporada 95/96).
Depois de vermos mais uma demonstração do poder mental que esse time tem diante as adversidades que se apresentam nas partidas e muitas vezes com um time sem pivô dominante, o famoso "cincão" que se impõe no atleticismo - como gostam de falar os americanos. O que vemos nesse time do Golden State de transição ultra rápida, aproveitamento absurdo dos tiros de longa distância e defesa agressiva que tem na figura de Draymond Green seu expoente máximo do alto de seus 2,04 metros, que consegue marcar caras como Pau Gasol, Brook Lopez, Duncan ou Serge Ibaka. Então fica a pergunta para fazer um time campeão da NBA é preciso ter um pivô dominante de 2,15 metros ou outras armas podem ser adicionadas ao duelo?
Essa equipe do Golden State, muitas vezes envolve seus adversários com jogadores versáteis, atléticos e habilidosos que não levam desvantagens no embate físico e que devido a sua energia contagiam toda equipe, caso do já citado Draymond Green e o igualmente não tão badalado Andre Iguodala, MVP das finais 2015, para defender os dois conceitos de jogo que perfeitamente se completam o mesmo Golden State tem em seu elenco Andrew Bogut de 2,13 metros e menor mobilidade, mas com total conhecimento da área pintada e da "guerra" dos rebotes essenciais para a consolidação tanto do jogo defensivo quanto ofensivo, pois quem ganha a batalha dos rebotes, no fim costuma levar o jogo para casa.
São duas maneiras diferentes de se entender o jogo que se complementam e potencializam as virtudes de cada uma, possibilitando constante rotação do banco e alteração de intensidade do jogo e fazem parte da natural e constante evolução da modalidade, assim como no passado equipes passaram a usar dois armadores de ofício para dividirem a construção de jogadas e contribuição qualificada na pontuação da equipe. Mais do que tudo é questão de gosto e de visão de basquete de cada um e quem ganha com isso somos nós, que todos os dias podemos ver o show dessas feras do esporte da bola laranja. E você prefere qual estilo de jogo?
Referências
- nba.com

Nenhum comentário:
Postar um comentário